Peter Pan Jackson


Ilustração oficial do blog - Uma rosa vermelha na diagonal, sobre um fractal do por do sol, com o nome Apon em relevo, na parte inferior da imagem. #PraCegoVer

Ele viveu no limiar entre a fantasia e a realidade. Fugitivo de si mesmo, materializou no corpo, os fantasmas que assombravam sua alma torturada. O ser humano sucumbiu à força do mito.


Um artista genial, mas um homem desencontrado num querer ser “Peter Pan”, enquanto a vida lhe trazia uma “overdose” de realidade: a infância violentada, o colecionar escândalos, o ataque dos exploradores, a embriaguês dos artifícios, o destruir a saúde, o não aceitar-se...


Morreu Michael Jackson, calou-se a voz que embalou gerações. Calaram as baladas românticas, a “black music”, o “pop rock”. Voou para a “Terra do Nunca”, para nunca mais voltar.


Sua arte é seu grande legado. O resto, será devorado pelos abutres da ganância, os parasitas da maledicência, os mercadores da mediocridade, os vermes do oportunismo...


Segue em paz Michael. Que finalmente você se encontre, encontre a luz e nela se ilumine. Que uma real alegria lhe renove o espírito e, no infinito, possas dançar como nunca e como nunca cantar, ser capaz de inspirar os artistas daqui. Boa viagem!!!


Antonio Pereira Apon.

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