
Acordem as horas que dormem,
os minutos que descansam,
os segundos displicentes.
Ouçam
a inaudível cantilena,
do dígito que o tempo encena,
Ouçam o tic e o tac,
a analógica ciranda dos ponteiros,
a analogia dos ciclos,
O tempo fazendo a vida girar.
Não para, não tarda,
espreita, estreita...
Dita o dito e o feito,
o não dito.
O não feito também!
Acordem...
Ouçam...
O tempo não dorme, não descansa...
O tempo. Não perde tempo.
Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:
Maravilha!... belíssimo poema
ResponderExcluirO tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem...
Abs
O tempo não dá tempo para quem vive assistindo o tempo passar.
ResponderExcluirObrigado por ler e comentar.
Um abração.